Wednesday, February 03, 2010
Precauções
Tuesday, January 12, 2010
Desinteligências...
Sunday, December 20, 2009
A Conferência da Imbecil Diversidade
Começando pelo ator local, nosso molusco presidente, o apedeuta, que nem sabe da maioria daquilo que lê nos discursos preparados pela sua despreparada assessoria, que foi a Copenhague tentar fazer emplacar o marionete Dilmão. Com olhos em 2010, pela necessidade de manter a cumpanheirada no poder e fazer o sucessor que garantirá que não se levantem os tapetes do Planalto, Lula preparou o palco para a sua despreparada candidata. Todo mundo viu no que deu…
Obama foi a Copenhague com a corda no pescoço, embrulhado na tentativa de fazer passar um plano de saúde rejeitado pela direita reacionária americana derrotada no processo eleitoral e com a sua popularidade em queda livre. Obama carrega vários fardos: uma economia devassada deixada pelo “sábio” Bush, um país envolvido em duas guerras perdidas e, principalmente, o fato de ter sido eleito como um salvador da pátria.
A China foi a Copenhague disposta a não abrir do seu ovo de colombo: a economia de mercado. Depois de décadas sob o domínio de Mao e do mal, o gigante oriental descobriu que pode ganhar muito dinheiro vendendo quinquilharias para um ocidente sedento delas. Agora não quer abrir mão do seu sagrado direito de fazer e vender porcarias.
E o eixo dos imbecis – Castro, Chaves, Evo, Rafael e etc – foram a Copenhague na firme disposição do se manter no quanto pior melhor, dispostos a fazerem com que não se fizesse coisa nenhuma. O fracasso de Copenhague representa o sucesso do modo de pensar dessa gente.
E esse foi o resumo da ópera. Agora vamos ficar aguardando pelo aquecimento global, aumento do nível do mar e da estupidez humana neste planeta que vai aos poucos chegando ao seu epílogo…
Sunday, December 06, 2009
Loser
Thursday, November 26, 2009
Sentimentos
O sentir basicamente se opõe à razão. Isso não quer dizer que todo o sentimento seja irracional, mas que todo o sentimento não precisa da aprovação da razão, ou de nenhuma lógica que não seja o do próprio sentir. Essa liberdade é que nos possibilita, por exemplo, gostar de alguém à primeira vista - essa afeição nascida no primeiro olhar resiste a qualquer tentativa de uma explicação lógica que o valide.
Eu costumo dar muito valor aos meus sentimentos. Até mesmo para aqueles sentimentos que invadem o terreno reservado primordialmente para a razão, para a lógica. Gostar por gostar, ou desgostar por desgostar é o típico caso disso que falo. Normalmente uso uma figura metafórica para explicar o inexplicável: digo que tal coisa ou pessoa "não me cheirou bem". É o uso indevido do sentido do olfato.
Pior - ou melhor - é que dificilmente me engano - e não afirmo apenas por retórica, mas baseado nessa minha "inexplicável sensibilidade olfativa" que quase sempre acerta nos seus palpites sobre o caráter da coisa ou pessoa julgada. Assim foi com várias personalidade importantes da nossa época: Bush, Chávez, Lula, Tarso, Delúbio, Dilma e tantos outros mais ou menos cotados.
E é por isso que não vejo com bons olhos o nosso futuro. Como dizem: o que é nosso está guardado, e não é boa coisa. Esperem e confiram...

